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Archive for setembro 2008

Nos domínios de Testino

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Já faz alguns meses que eu voltei do Peru, mas quando estive lá, a organização da Casa Cor já estava meio que mobilizando Lima, a capital, com toda pompa e circunstância, para receber esse mega-evento que começou anteontem e vai até 2 de novembro.

Surpresa I: Marcelo Rosenbaum, o tal, é o único brasileiro a participar da festa dos hermanos, assinando o Loft do Jovem Colecionador de Arte. “O espaço está super bacana, é o olhar dele sobre a cultura peruana, os artesões, as galerias de arte e as pessoas do lugar”, contou a fofíssima Bia Azevedo, a big profissional por trás da Marqueterie, que cuida da comunicação do Rosenbambambã…

Surpresa II: Na festa de inauguração, Mario Testino, fotógrafo peruano velho conhecido dos voguetes mundo afora, amigo de Madonna e Anna Wintour, era só alegria no ambiente do Marcelo. Nada estranho, considerando que ele é entusiasta de novidades. E, vamos combinar, Rosenbaum entende do riscado…

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Written by AllexInCasa

setembro 26, 2008 at 10:19 am

Fundo de alcachofra

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Por falar em idéias luminosas, adoro este modelito vidrão do PH Artichoke, lustre do designer Poul Henningsen que atravessou as décadas mais moderno do que nunca.

Na última feira Light + Building, em Frankfurt, a grife Louis Poulsen apresentou a versão vítrea (a original é de cobre e aço) feita à mão, com vidro especial soprado e jateado, arquitetado em 72 folhinhas onde a luz é refletida e redirecionada para as partes inferiores de cada placa. Clique lá no site da Eurolighting (www.eurolighting.com.br), distribuidor exclusivo da peça.

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setembro 25, 2008 at 11:15 pm

Tem Brasil na Bienal?

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Então, segundo reportagem by Mario Gioia, veiculada na Folha de São Paulo de 15/09, tem sim senhor, mesmo que an passant, aos trancos e barrancos. Olha o texto: “Com reduzida verba dada pela Fundação Bienal, ‘Não-Arquiteto’, título da representação brasileira em Veneza, baseia-se em 85 depoimentos de variadas fontes e sua relação com a arquitetura, com a cidade e com o morar, compiladas em um catálogo. O discreto espaço teria mais duas obras, de Lucia Koch e de Marcelo Cidade, mas não houve dinheiro para isso… Também faltaram catálogos e a solução encontrada foi dar CDs da publicação aos interessados”.


Por outro lado, sopraram no meu ouvido que o Pavilhão França tá bombando com os arquitetos franco-brasucas da Triptyque (Greg Bousquet, Carolina Bueno, Guillaume Sibaud, Olivier Raffaelli). A atuação dos meninos se encaixa perfeitamente ao tema da Bienal, “Out There: Architectural Beyond Building”. O grande ponto levantado é o de que a arquitetura é muito mais abrangente do que a simples criação de edificíos. Segundo Aaron Betsky, diretor da exposição, a “arquitetura é algo a mais (…), é o que nos permite se sentir em casa no mundo”. Por isso, o desafio dessa Bienal é estimular a experimentação sem cair na elaboração de soluções abstratas para problemas sociais, é “ver se a arquitetura, pela experimentação do mundo real, pode oferecer algumas formas concretas ou imagens sedutoras”.


Em todos os pavilhões estão pulverizadas instalações locais específicas, manifestos utópicos, distópicos ou visões heterotópicas, todas de certa forma defendendo uma arquitetura além dos edifícios. No pavilhão da França, batizado de “GénéroCité”, a Triptyque está representada por dois projetos, o prédio da Rua Harmonia, já finalizado e o da Rua Fidalga, em construção. Ambos foram enquadrados nos projetos que privilegiam “o generoso sob a genérico”, que é a proposta do pavilhão. A curadoria do pavilhão é do coletivo French Touch, um grupo formado por uma nova geração de arquitetos franceses que inventam com otimismo uma arquitetura contemporânea.

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setembro 23, 2008 at 1:18 pm

Não fui, mas me contaram…

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…que a 11ª Bienal de Arquitetura de Veneza está mais up to date do que nunca. Com menos maquetes e mais recursos tecnológicos – videoinstalações, grafites e HQs -, a mostra fica no ar até 23 de novembro.


O que me causou mais curiosidade foi a videoinstalação Hall of Fragments, de David Rockwell, Casey Jones e Reed Kroloff, com quarenta participantes que exploram cenas de cinema que desvendaram grandes cidades. Tem até citação a O Iluminado do Kubrick, pode? – um dos filmes mais assustadores que eu já vi, ao lado de outros baseados em contos do meu bicho-papão predileto, monsieur Stephen King.


De volta aos calafrios da vida real, quem tá causando mesmo por lá é minha amiga Zaha Hadid (olha eu me sentindo íntimo da mulé), com uma dobradinha que conjuga arquitetura e design (ou casa e móvel) na mesma estrutura. Gostou do amarelinho? Fica ótimo como gazebo num jardim futurista, tipo aquele do filme Mon Oncle, do Jacques Tati. Ou no pomar da Barbarella… Maiores informações no www.labienalle.org

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setembro 22, 2008 at 8:17 pm

Ana LUZcia

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We are family. Ok, ok. O começo do post é mais cafona do que os vestidos do Sister Sledge, mas sem teretetês demagógicos, Casa Vogue parece uma casa mesmo. Como dificilmente alguém entra e sai daqui, a equipe é a mesma há anos. Aqui do meu ladinho, além da big boss Clarissa e da top produtora Tissy Brauen, passo o dia grudado feito gêmeo-siamês com um quarteto jornalístico de “Colontonetes” (apelido sacana que o pessoal da arte arranjou para as minhas pupilas), que não troco por ninguém: Ana Montenegro (produtora executiva), Ana Lúcia e Ana Paula (assistentes de redação) e Paula Queiroz (assistente de produção e de redação). Quando alguém falta, é um “Deus nos acuda”. Fiquei sem Ana Lúcia mais de um mês, durante sua imersão vapt-vupt em NY, e tudo o que ganhei foram madeixas brancas na ausência (rolou birra de chamar alguém para ficar no lugar dela – até porquê não era para qualquer um, né?).
Mas ela acaba de voltar, mais americanizada do que Carmem Miranda em Holywood, e cheia de gifts. O meu, é tudo de bão. Conta aí, Ana Lúcia:


“Dediquei minha última semana em NY aos museus e às comprinhas para os amigos. Antes de conhecer o Moma, passei na sua famosa lojinha, que é recheada de peças de design e engenhocas incríveis e engraçadíssimas. Estava procurando uma coisa superbacana e que tivesse a cara do Allex, que adora e coleciona peças design. Procurar uma coisa que ele ainda não conhecesse seria difícil, então procurei por uma peça que eu teria certeza que na casa dele não encontraria. Mas foi então que achei a famosa Lumen, luminária de Adam Frank que é parte de uma série de peças desenvolvidas no ácido inoxidável, óleo e lâmpada sobre projetores. Adam é expert em trabalhos de luz com interatividade. Fiquei feliz por trazer essa luminária para ele, pois só tinham seis, e quase tive de disputá-las “a tapa” com outros olheiros de plantão, ávidos por um exemplar de Adam Frank.”

Curtiu? Agora tenho uma árvore de acender no meu living – e acende mesmo! Direto da trip da Ana Lúcia. Para fechar em clima setentão, um clássico do Sister Sledge:

Written by AllexInCasa

setembro 17, 2008 at 6:24 pm

Para inglês ver

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E sábado começou oficialmente o London Design Week. Em sua 6ª edição, a semana do design na Inglaterra ajuda a fechar o verão europeu em dia com as tendências mundiais. Pegando carona no Fashion Week que fervilha por lá, mais de 400 programas de arquitetura, design, história, palestras, lançamentos, exposições, workshops e mega -instalações temporárias, como o pavilhão de Frank Gehry na Serpentine Gallery, convidam os estetas a se antenar.


“Uma excelente mostra é a exibição Design Cities, no London Design Museum, sobre cinco cidades no pico de sua criatividade: Londres (1851), Viena (1908), Dessau (1928), Paris (1936), Los Angeles (1949), Milão (1957), Tokyo (1987) e Londres (2008). Outro destaque é o Sommerse House, à margem do rio Tamisa, cujo o terraço ganhou uma instalação criada pela dupla Fredrikson Stallard, com diferentes looks de dia e de noite. A mostra do arquiteto africano David Adjaye, Size + Matter, foi uma descoberta de como materiais podem mudar a nossa percepção e comportamento. Localizada ao sul de Londres, ela faz uma reflexão sobre os ambientes e seus efeitos no ser humano”, adianta Julius Wiedemann, colaborador de Casa Vogue radicado em London, London. Espia mais lá no www.londondesignfestival.com

Written by AllexInCasa

setembro 15, 2008 at 1:00 pm

Top chef

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Panela velha, tô fora – quem faz comida boa mesmo, em casa ou no DOM, sabe que equipamento bacana é tudo. Alex Atala, o kaiser da gastronomia tupiniquim, acaba de lançar, em parceria com a tra-tra-tra-dicionalíssima Tramontina (www.tramontina.com.br), uma coleção de panelas que não deixam nada a dever a grandes vedetes como Le Creuset e companhia. A linha Trix, que tem esse nome por causa do corpo triplo, além de distribuir melhor o calor entre os alimentos, tem design boa pinta, espaçoso e ergonômico – que é a cara do meu xará, não é não?

Written by AllexInCasa

setembro 12, 2008 at 1:30 pm