AllexInCasa: pra quem sempre volta pra casa

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Archive for maio 2011

Veneno antimonotonia

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Escritório mais premiado da nova geração da arquitetura brasileira, o FGMF apresenta sua leitura da estética contemporânea de morar com exclusividade para a Wish Casa

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maio 31, 2011 at 10:18 pm

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Jardim das delícias

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A paisagista Isabel Duprat indica o caminho das pedras – e das folhas – para transformar seu cantinho verde em oásis privé

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maio 30, 2011 at 10:18 pm

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No topo

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Mobiliário italiano seleto, arte de primeira e as digitais dos donos compõem o look desse apartamento que vê São Paulo aos seus pés

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maio 29, 2011 at 10:17 pm

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Vitrine

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Speaker – Otto Design for Man

Versão 2011 do legendário radinho de pilha, o estiloso aparelho AM/FM aposta todas as fichas na tendência retrô. E acerta o alvo!

ottodesignforman.com.br

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maio 28, 2011 at 4:37 pm

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Dona Flor é festeira

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A flower designer Helena Lunardelli criou uma série de arranjos especialmente para Wish Casa. Inspirados em cinco festas diferentes, eles prometem encher a casa – e os seus convidados – de alegria. Para dividir com vocês aqui no blog, escolhi o modelo Brunch urbano.

Flores: Cúrcumas, callas, sementes de dracena, cinerárias e proteas safari, todas flores tropicais

Festa ideal: Perfeitas para ornamentar o balcão de um brunch na cidade

Conceito: O suporte é um bloco grande de concreto – desses encontrados em lojas de material de construção. Combina com qualquer espécie, especialmente as de cor forte. “Vale colocar as flores meio bagunçadinhas, ao invés de milimetricamente ordenadas. A ideia é juntar a natureza no meio do caos urbano”, diz Helena.

Dica: Como a base de cimento tem fundo vazado, é importante acomodar as flores em copinhos d´água escondidos dentro do bloco.

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maio 27, 2011 at 7:25 pm

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Lugar de mulher é na marcenaria!

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A mineira Etel Carmona foi a primeira mulher a montar uma marcenaria no Brasil, 30 anos atrás, pavimentando uma senda que cada vez joga mais serragem no mito de que madeira é “coisa de macho”, como pregam os retrógrados. 

Mesa lateral Maria Preciosa, Etel Carmona

Não é de se estranhar tantas torções nazais, já que a carpintaria e suas evoluções, uma das profissões mais antigas da humanidade, foi naturalmente abocanhada pelo bicho homem ao longo da história. Com o advento do design, a tal arte que agrega estética e ergonomia à forma e função, o mulherio foi à luta. No comecinho dos anos 20, a francesa Charlotte Perriand, musa dos interiores de Le Corbusier, chocava o mundo com suas subversões moveleiras em ferro sobre ferro e pau sobre pau.

Luminária Cantante, Claudia Moreira Salles

De volta à tropicália, o time encabeçado por veteranas como Etel Carmona, Cláudia Moreira Salles e Baba Vacaro vem ganhando cada vez mais expressão na cena contemporânea. E atraindo gente de outras searas, como a mestra do vidro Jacqueline Terpins, carioca que deixou as caldeiras um pouco de lado para se render aos caprichos de carnaúbas, perobinhas, pinhos, eucaliptos e afins.

Mesa Z, Baba Vacaro

A julgar pela consistência do portfólio, não é exagero dizer que as criações das nossas designers alcançarão a posteridade. “Madeira é um material vivo,  cada pedaço é unico. Tratada com cuidado, tem vida longa, como as pessoas”, diz a carioca Cláudia Salles. “Nenhuma outra matéria-prima se compara à sua beleza, cheiro, toque, textura, cor  e maleabilidade”, emenda a paulistana Amélia Tarozzo. Grávida do primeiro rebento e de zilhões de projetos, ela representa  a nova geração de marceneiras ao lado da conterrânea Flávia Pagotti, premiada pelo Museu da Casa Brasileira.

Aparador da linha Laca, Jacqueline Terpins

 A assinatura não passa só pelo croqui, prescrição e arte final. Complexo, o trabalho com a madeira exige responsabilidade ambiental, poesia e técnica apurada, que inclui saber desde como cada espécie se comporta às diferentes possibilidades de corte, shape, encaixe e acabamento. Ou seja: para o caldo não entornar, todas acabam colocando a mão na massa. Wish Casa reuniu os principais vértices femininos do movimento moveleiro contemporâneo que está dando o que falar nesta e em outras terras – com o tempero que só o dito “sexo frágil” tem.

Poltrona Marimba, Amélia Tarozzo

Mesa Lunar, Flávia Pagotti

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maio 26, 2011 at 6:34 pm

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A Cor Púrpura

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Já cantei essa ladainha, mas o trabalho nos últimos meses foi tanto que, quando dei uma paradinha, em janeiro, acabei amarrado numa cama de hospital, com o joelho em frangalhos. Foram 20 dias de quase-férias forçadas no Copa D’Or, no Rio, com direito a muita nostalgia na Sessão da Tarde, entre zilhões de ligações para a redação – Wish Casa estava no clímax da produção, e eu não podia largar o osso.

Revendo a Cor Púrpura, do Spielberg, tive a epifania: um ensaio de tecidos à moda da nada mole vida da Celie, a personagem sofredora que catapultou Whoopi Goldberg ao estrelato – no filme ela cozinha, apanha, lava, apanha, passa, apanha, costura, apanha… enfim, come o pão que o diabo amassou com mortadela rançosa e mostarda azeda.

Para executar a ideia da lavadeira ribeirinha quarando os tecidos à moda antiga, nós também ralamos mais do que côco na mão de baiana. Trabalho árduo capitaneado pela imprescindível Regiane Mancini (minha produtora predileta e amiga muito querida) e clicado pela fotógrafa Ilana Bessler. Sol a pino no complexo da Biologia da Usp – escolhemos o lugar pelo clima ribeirinho e pelas enormes árvores com flores, adivinhem de que cor. Púrpura, é claro! E eu lá pulando de um canto pro outro num pé só, encarnando uma versão pálida – e um tanto quanto rotunda – do Saci Pererê.

O ensaio não vingou como editorial por novecentos motivos alheios à nossa vontade – talvez tenha ficado melancólico demais e o crivo de qualidade aqui é implacável. Mas a poesia, a plástica e as tendências estão ali, documentadas com muito suor. Posto aqui os principais recortes do ensaio, com a seleção dos panos mais quentes da indústria dos tecidos decorativos. Olho no roteiro: só tem loja bacana!

Da esquerda para a direita: linho Soft natural Larmod; pele  Salmão natural Empório Beraldin; veludo Astato da coleção Texturas  Regatta; linho rústico Rosas Grandes;e linho rústico Maly, ambos da Again.

Esticados sobre a mesa: tecido de linho Prints sob Linho Bérgamo Empório Beraldin. Empilhados de baixo para cima: Sanderson-Taupe, 100% algodão, Celina Dias; Dryden Linen da Colefax and Flower na Miranda Green; veludo recortado Amazonas Empório Beraldin; e Galaxie da Pierre Frey na AN.h. O ferro de passar roupa antigo é da feirinha Benedito Calixto e a mesa, do Depósito Santa Fé.

Foto da esquerda – Da parte inferior a superior:  a esquerda, tecido Laço Lilás 100% algodão da linha Cartim Locomotiva; a direita, Algodão Santa Fé na cor Birck com fundo casca de ovo Prints; Bakou da Pierre Frey na AN.h; tecido Rastro Spazio Donatelli sobre o Ratier de linho Aruba Dark Pink Artefacto; Marmara AN.h; e veludo recortado Kushiro Missoni Home. Sob todos eles, Biarritz Pois impermeável na cor groseille Loeb.

Foto da direita – Do primeiro para o último plano: Seda Keur Missoni Home; Gase de linho com listras digitalizadas Mucki; Adágio da coleção Concerto, em jacquard de algodão listrado,Regatta; e Plastificado Rimski da Jakob Schlaepfer na Safira Sedas.

Tecido de linho Centifolia Berinjela da coleção Toscana Regatta e tábua de lavar roupa antiga adquirida no Mercado Livre.

Em sentido horário: tecido laranja e impermeável Bandol Loeb; Ikat Dedar AN.h; palha de seda China Púrpura e seda Fabergé Mucki; lã e linho Acanthus da Designers Guild e pele Pescada natural, ambos a venda na Empório Beraldin. No centro, seda azul Aprille Safira Sedas.

Organza bordada Shiva Spazio Donatelli

Da esquerda para a direita: veludo listrado da coleção Mônaco Tec Dec; Ikat Yang na cor petróleo,  em jacquard medalhão, Regatta; Cramond de seda e algodãoEmpório Beraldin; Flor 3D Acqua 100% algodão da linha Metrópole Locomotiva; veludo Siena Spazio Donatelli; Brocatelle D’Amboise, Jean Roze, AN.h; e Acanthus de lã e linho Designers Guild para  Empório Beraldin. Na mão da lavadeira, a renda Mônaco Tec Dec.

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maio 25, 2011 at 7:58 pm

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